Andava só, novamente solitário, em meio à nada mais que seus pensamentos, escalando ventos passados, morro soturnos, vidas deixadas, palavras esquecidas e ventres vazios, se ia, se deixava levar, pela vida, pelo mar. Mesmo agora, em seu pequeno bote, com a tempestade sobre sua cabeça, toda a imensa força frente a si, toda fraqueza dentro de não mais que um corpo humano, franzino, acabado pelo dia, feito em cacos pelo inverno, que com o seu vento sul arrancou e levou não só essa carne mas também o que restava de uma alma, ainda tinha força para desafiar todo o céu, toda aquela natureza inclemente, levantava os olhos e sorria firmemente, sem deixar que se apague a última centelha que ainda existia. Vivia em uma cabana não muito longe de um lugar chamado esperança, logo depois da ponte dos sonhos, que se arrebentara, um dia todas tem seu fim, são fracas, tão distante, um mundo à sua volta, um ser a sua frente, tempos longínquos demais para uma só vida, mas merecia estar ali, fora tão dificil que sua memória se esvaziara, que tudo levara inclusive lágrimas. Apenas pontas no cinzeiro, jazia a úlitma brasa, soluçava em meio a gélida brisa vinda não se sabe lá de onde, procurava em meio aos papeis algo, não sabia mais o que, apenas procurava e sentia, um vazio, mas vazio não se sente, são coisas que não se explicam ou sentem, apenas procuramos... se deixou levar pela maré...
Fôssemos nós tão imprudentes, ou tão ousados, como as borboletas, falenas e outras mariposas, e ao fogo nos lançaríamos, nós todos, a espécie humana em peso, talvez uma combustão assim imensa, um tal clarão, atravessando as pálpebras cerradas de Deus, o despertasse do seu letárgico sono, demasiado tarde para conhecer-nos, é certo, porém a tempo de ver o princípio do nada, agora que tínhamos desaparecido. (José Saramago - O Evangelho Segundo Jesus Cristo)
Só um pedaço da letra desse grande escritor, para todos aqueles que aindam não o leram rapidamente o façam, e para todos os que têm preguiça de ler se arrependam e tirem o atraso!
Eu sei que é um pouco tarde e o senhor deve estar bem cansado, além disso sei também que não fui um bom garoto esse ano. mesmo assim eu vou te pedir um presente atrasado de natal, porque eu sei o quanto o senhor é bonzinho. sabe aquele concurso que eu prestei? pois é seu papai Noel, eu queria que o senhor me desse de presente atrasado uma vaga lá. eu sei que eu tô pedindo muito, mas sei também que o senhor é muito bonzinho e além disso ainda é amigo de Deus. mas ainda assim eu prometo que serei um bom menino, se eu passar, é claro. esse ano que acaba eu não levei as coisas muito a sério mas eu quero mudar, papai. se me der essa chance o ser não se arrependerá. de quem sempre acreditou em você, mesmo que alguns padres digam que o senhor não existe,
essa é a minha música aos moldes do engenheiros do havaí, mais uma do Mundo perfeito O pavão é puto
O pavão é puto O puto não pára ninguém O pavão levou um chutão na seio O puto não pára ninguém
Bis
Qualquer bananeira, seja branca Bancos de memória, bancas de revistas E o antônio é calvo E você está salvo Um céu. Um arcanjo Um segundo eterno. É esfoliar no inferno. É gangorrear em beleza. É arrumar em tristeza. bananeira branca O pavão é puto O puto não pára ninguém
Repita 109 vezes até derreter seu cérebro.
como meus comandos do blog nunca funcionam, aí está o site: www.mundoperfeito.com.br
Acho que é um pouco tarde, mas eskeci disso antes... feliz natal... Mas mais sincero seria dizer que desejo à todos um feliz ano novo, com tudo o que quiserem e puderem!
Então, mais uma vez é chegado o ano novo, o ‘tempo de esperança e renovação de votos’, assim como o natal. Queremos ver todos vestidos de branco, parecendo pais-de-santo, e bebendo (no champanhe, é claro – mesmo que seja cidra!) o ano cadente. Comemorando sei-lá-o-que, talvez o tão esperado final de um ano... Digamos, não muito animador. Ainda assim comemoraremos alegrias, afinal, é nossa virtude ver o lado bom das coisas, embalados à melhor trilha sonora para o momento: “deixa a vida me levar/ vida leva eu...”. Interessante é essa prática que temos de marcar a passagem de um calendário que nos dita quando devemos trabalhar e quando podemos descansar. Imposições à parte, somos adestrados de modo a apagar tudo de ruim que aconteceu no mundo e em nossas vidas no período de 364 dias! Somos levados a esquecer que milhares morreram e morrem, e não é só de fome; a camuflar o magro natal por causa da inflação ascendente, pois o ano novo está aí, e vira derrubando tudo e todos os malefícios do mundo. Sabe o que falta? Acho que falta a personificação do Ano Novo, assim como temos a do natal. Imaginem, um ser superior, divinamente belo e encantador para que nós fantasiemos um belo ano novo, como faziam conosco, quando crianças, em relação ao natal.
quando eu tiver minha criatividade devolvida pelo cosmo eu escrevo aqui novamente! -ah, eu estou puto com a bilhetera do cinema, aquela vadia disse que tava esgotada a capacidade da sala e o fred falou que haviam cadeiras livres. vaca!
Não, não serei uma mera mão-de-obra especializada, treinada em repetir tarefas seguidamente até adquirir l.e.r. Não, minha mente não será escravizada, treinada a repetir tarefas, pensamentos, até se viciar em fugas. Estudo não porque penso na minha futura profissão como se isso fosse questão de vida ou morte, estudo sim porque quero perceber, por que procuro lógica, por que procuro respostas, por que procuro perguntas e não para repetir ensinamentos de como ser um bom cidadão ou como trabalhar da melhor forma. Estudo História sim (e com muito orgulho) em uma Universidade Federal; um curso da área de humanidades em uma instituição pública de ensino, não porque sou masoquista ou um fracassado qualquer, estudo por escolha própria. Estudo por não aceitar que sejam fabricados pensamentos, sejam fabricados homens-robôs, que são ensinados a serem cidadãos respeitáveis e trabalhadores que ODEIAM seu serviço, não sabem para que ele serve e sem nenhuma perspectiva de construção de uma coisa além do necessário para a sua sobrevivência (obediência), mas mesmo assim repetem dia a dia todas os mantras cotidianos de ranhetice, caretice e mesquinhez individualista. Larquei direito (que profissão nobre!) por não concordar com as leis, por não concordar com as pessoas que a fazem, por não concordar com as pessoas que as estudam. Estudo História e NÃO TEM NADA A VER UMA COISA COM A OUTRA, ok?! Primeiro, porque esse curso (direito, coloco com letra minuscula mesmo) se enquadra no que eu chamo de curso técnico, ou seja curso feito única e excluvisamente para formação de mão-de-obra especializada para o mercado de trabalho. Segundo não quero ser juíz, advogado ou exercer quaquer outro cargo tão nobre, quero ser professor, P-R-O-F-E-S-S-O-R, ouviu?! Porque eu acho que é uma das únicas profissões (apesar dos pesares) que tem uma brecha para o livre pensamento e para a construção de algo realmente útil e feito com as próprias capacidades (tal qual um artesão). Tudo bem eu sei que ninguém vive somente de ideal, eu sei que existe o mundo real, mas sei também que viver não é só comer, beber, ter uma casa para morar e um carro para andar, aliás quer coisa mais fácil do que ganhar dinheiro? esqueceu que vivemos em um mundo capitalista? ele foi feito especialmente para isso. Muito obrigado, mas não serei mais uma mão-de-obra consumista produtora de mais-valia para gente gorda não. Eu valho mais!
vem como água, algo que suporto, se estende desde a ínfima porção percorrendo os grandes caminhos desse labirinto e aparece arrancando, com uma lâmina, três frações de minha pele. A ducha que cai, extensão de meu corpo, sensações esquecidas, reprimidas, desejos sublimados, devaneios ricamente explorados em palavras, lapsos, física quantica de um universo em movimento, em decadência, acumulo de gordura, busca de conhecimento, leituras óbvias e deuses pagãos... Sinto o doce toque em minha mão e como resposta faz-se uma empunhadura, agressiva, que percorre todo o tempo em busca de algo eternamente por vir, me levanto, vendo meus olhos e ando, para frente (como saber?), tateando, acreditando, destruindo tudo que me vêm pela frente, ouvindo rumores acerca de velhos acertos, a montanha vem até nós, comprando satisfazemos nossos desejos, iludidos, roubamos grandes continentes, misérias provocamos, cegueira, entre nós, produzimos, em busca de um novo deus, que nós matamos, por duas vezes, agora a derradeira morte, tateamos, tateamos o vão que há na parede sem saber que o vão está em nosso próprio corpo!
CARTOLA: Angenor de Oliveira(1908-1980), o mestre Cartola é considerado por músicos como Nelson Cavaquinho e Paulinho da Viola como maior sambista de todos os tempos. Cartola não só o fundou a escola de samba Estação Primeira de Mangueira, como lhe deu nome e as cores verde e rosa (para quem dizia que as cores não combinavam, ele respondia : "Ora, o verde representa a esperança, o rosa representa o amor, como o amor pode não combinar com a esperança?"). Muito gravado pelos grandes cantores da década de 30, ele desapareceu e somente no final década de 50 foi encontrado pelo cronista Sérgio Porto trabalhando como lavador de carros. Ele sua esposa Zica fundaram na década de 60 o bar Zicartola no centro do Rio de Janeiro, quefoi um pólo irradiador do samba e onde surgiram vários talentos. Somente aos 65 anos conseguiu gravar seu primeiro disco. Seus dois primeiros discosgravados por Marcus Pereira são marcos da música brasileira e obrigatórios na discoteca de qualquer um que goste samba. É autor de sambas imortais como O Mundo é um Moinho, As Rosas não Falam e Autonomia.
A realidade é essa: queira escrever um texto muito legal, mas a criatividade anda pouca...
Ainda assim, queria ressaltar o fato de as pessoas se conhecerem e formarem amizades pela net... Acho que minha cabeça ainda é muito pequena pra isso. Pra mim, a internet ainda é muito surreal! (quem me conhece sabe que sou fascinada até por caixa eletrônico...!) Acho muito estranho que pessoas se conheçam, digo conhecer como conhecer mesmo, não só dizer um oi..., e ainda consigam fazer que isso se torne uma amizade sólida... Pra mim, pode até ser normal esse tipo de posição, já que mesmo diante de seres "tocáveis", ainda tenho dificuldade em construir amizades... Me pergunto, até onde chegaremos???
entre o ego e o super-ego existe um ser que ressona, há uma dormencia láctea, metaforicamente exprimida entre grunidos, estravasada em erros e lapsos, o vão que há na parede me puxa para além do frágil, além do conhecido, entre o limbo e o caos, mistura-se o éter com pedras, filmes e menstruação, olhares infantis, refugios, lições, a mesmisse de um dia ensolarado que caminha por entre arbustros, abutres rondam, motocicletas vageam sob águas plácidas do verão, mas nada pode retirar a influência dessa subjetividade, nem mesmo lentes. Seco o olhar vageia analisando e suprimindo as captações do mundo externo, ônibus e pessoas, cada uma dentro de si, velhos decrépitos ou pombos rondando em busca de comida, fora de si nada é, tudo está, a fome lembra um corpo esquecido, os neurônios ativos, a vida perplexa, complexos, então volto como que puxando ar na superfície, vejo o sol, lembro da dor, lembro do não ser, vida externa, lembranças, confusão entre o rush e o angelus, o profano e o sagrado se encontram em um mesmo corpo...
Tive sim Outro grande amor antes do teu Tive sim O que ela sonhava eram meus sonhos E assim íamos vivendo em paz Nosso lar, em nosso lar sempre houve alegria Eu vivia tão contente Como contente ao teu lado estou Tive Sim Mas comparar com teu amor seria o fim E vou calar, pois não pretendo, amor, te magoar
The Matrix reloaded e The Matrix revolutions: Nova revolução a caminho?
A revista Newsweek acaba de trazer a maior cobertura até o momento sobre The Matrix reloaded e The Matrix revolutions. Trata-se de um artigo monstruoso sobre as seqüências da produção mais revolucionária dos últimos anos, que prometem ser os maiores lançamentos de 2003! No início de novembro, o afortunado jornalista Devin Gordon foi o único representante da imprensa a conseguir assistir à prévia especial dos filmes, coordenada pelo produtor Joel Silver, para 35 executivos da Warner. Segundo Gordon, a projeção teve início às 14h25. Vinte minutos depois, todos estavam recolhendo seus queixos do chão. De acordo com o jornalista, o ápice do filme será mesmo a tão alardeada perseguição de carros que "deixará Velozes e furiosos com cara de Lentos e calminhos". A seqüência, como seu antecessor, promete redefinir todos os conceitos de cinema de ação por anos. Nela, Trinity (Carrie-Anne Moss) e Morpheus (Laurence Fishburne), conseguiram capturar uma peça-chava na luta contra as máquinas: O Chaveiro (The Keymaker), um homem que tem acesso a todas as portas para o mundo virtual. O problema é que ambos precisam levar o seu alvo até uma saída para o mundo real - ou seja, uma linha telefônica segura. Só que a mais próxima está a alguns quilômetros, depois de uma rodovia, um local simplesmente lotado de possibilidades para os terríveis agentes usarem corpos, cada um guiando uma arma em potencial. Vale destacar também que a rodovia na qual a perseguição ocorre foi construída inteiramente para o filme, numa base naval norte-americana desativada! A Newsweek afirmou também que a cena merece todo o alarde que obteve, já que é a mais elaborada cena de perseguição de carros já filmada, incluindo kung-fu em alta velocidade. Aparentemente, o único problema dos filmes será a demora entre um e outro. Enquanto Reloaded chega aos cinemas em 15 de maio, Revolutions vai levar seis meses além disso para entrar em cartaz. "Os fãs ficarão furiosos conosco", prevê Joel Silver. Os dois filmes foram rodados simultaneamente de 2001 a 2002, totalizando 270 dias de filmagens. As produções custaram 300 milhões de dólares e devem recuperar o investimento (e muito mais) só com a primeira continuação. Além disso, Enter the Matrix, o primeiro videogame da franquia, chegará às lojas no mesmo dia da estréia de Reloaded e o DVD Animatrix será lançado em junho. E se você precisa de mais algum argumento para aguardar ansiosamente pelos filmes, saiba que o primeiro The Matrix teve 412 cenas com efeitos especiais, enquanto o segundo e o terceiro, terão mais de 2.500, incluindo uma seqüência na qual Neo (Keanu Reeves) voa em altíssima velocidade sobre uma cidade - imagem retratada na capa da Newsweek. É ou não é motivo para cair o queixo? omelete
SE OS TUBARÕES FOSSEM PESSOAS... ( Bertolt Brecht )
A menina, filha da dona da pensão, perguntou ao senhor K.: --- Se os tubarões fossem pessoas, eles seriam bonzinhos para os peixinhos menores? --- Claro (ele respondeu), se os tubarões fossem pessoas, eles teriam fortes caixas construídas no fundo do mar para os peixinhos.
Lá eles poriam toda espécie de comida, plantas e bichinhos também. Eles cuidariam para que não faltasse água fresquinha e tomariam toda sorte de precaução sanitária. Por exemplo, se um peixinho machucasse sua barbatana, os tubarões imediatamente fariam um curativo para que ele não morresse antes da hora.
Os tubarões dariam grandes festas aquáticas de vez em quando para que os peixinhos não ficassem tristes, porque os peixinhos alegres têm sabor muito melhor do que os peixinhos tristes.
Claro que também haveria escolas nas caixas grandes. Lá os peixinhos aprenderiam a nadar bem para dentro da boca dos tubarões onde quer que se encontrassem, nadando preguiçosamente, aprendendo também geografia para acharem os tubarões.
A matéria principal, naturalmente, seria a educação moral dos peixinhos. E aprenderiam que a coisa mais bela, a melhor de todas para um peixinho é se sacrificar com alegria e, acima de tudo, crer nos tubarões, principalmente quando eles dizem que estão construindo um futuro maravilhoso. Os peixinhos ficariam sabendo que este futuro maravilhoso, entretanto, só é possível quando se aprende a obedecer.
Os peixinhos deveriam afastar-se de todas as inclinações vis, materialistas e marxistas e informar imediatamente aos tubarões se algum peixinho manifestasse tais tendências...
Se os tubarões fossem pessoas, é lógico que também haveria arte. Quadros maravilhosos dos dentes dos tubarões, pintados em cores deslumbrantes, e suas bocas e goelas pareceriam " playgrounds " onde os peixinhos poderiam brincar e dar cambalhotas.
Os teatros do fundo do mar levariam peças onde os peixinhos heróicos nadariam com entusiasmo para dentro das goelas dos tubarões, e a música seria tão melodiosa que os peixinhos nadariam em êxtase para as igrejas, e tomados dos mais belos pensamentos mergulhariam pela garganta do tubarão abaixo.
Certamente haveria religião... Esta ensinaria que a verdadeira vida começa realmente nas entranhas do tubarão.
E, se os tubarões fossem pessoas, os peixinhos deixariam de ser como são agora. Alguns peixinhos um pouquinho maiores teriam até permissão para devorar os menores. E tudo isto seria formidável para os tubarões que teriam, então, petiscos maiores para se deliciarem.
E os peixinhos mais importantes, aqueles que receberam cargos, seriam responsáveis pelos outros peixinhos. E estes se transformariam em professores, oficiais, engenheiros construtores de caixas, etc.
Em suma, só se os tubarões fossem pessoas, haveria cultura no fundo do mar
quando eu chego em casa hoje, depois de pequena estadia na minha casa de praia, encontro, ou melhor, não encontro uma das árvores da porta da minah casa (pra quem conheçe, a menor.) fiquei triste, porque assim o sol batera na garagem de casa, e perco masi um pouco da minha privacidade dentro de casa. o bom dessa história é que teremos construjir uma caçada transitavel, caso cortemos a outra árvore antes que caia, porque se cair, precisarei mudar-me para minha casa de praia.
eu odeio isso aí ao lado. essas revistas que já publicam notícias 'frias' o ano todo perderem o nosso tempo e suas paginas com retrospectiva dos fatos que estamos cansados de saber. isso é idiota!
Queria contar pra vocês que estou reativando meu blog (acho que nem lembram...), e queria convidar vocês pra dar uma passadinha lá depois. É lógico que num é tão bonitinho como esse, mas com o tempo tentarei aperfeiçoá-lo mais. Ainda num tem nada escrito, postar algumas coisas hoje mesmo. O endereço:
Hoje em dia é muito difícil encontrar alguém no qual não comente as novas tecnologias que estão chegando no mercado. São produtos diversos, no qual, junto a uma boa estratégia de marketing, faz com que se tornem coisas indispensáveis na vida das pessoas. Basta ligar a TV, abrir um jornal ou mesmo uma revista. Está lá, exposto exageradamente. Todos os dias milhares de pessoas vão às compras. Geralmente com o intuito de comprar o necessário ou algo que tenha interesse. Mas aí é que está o grande problema. Ao chegar em uma loja, supermercado ou Shopping Center, encontramos os mais variados tipos de produtos, e aliados a mais diversas formas de pagamento. Isso torna-se algo tentador na mente das pessoas, fazendo com que um determinado produto, por mais simples que seja, torna-se algo interessante e fácil de se comprar. Com o avanço da tecnologia, alguns produtos ganham novos recursos, algum incremento aqui, outro ali, uma retocada no visual, e pronto! É nesse exato momento que entra o marketing exagerado. Pessoas de nível financeiro bom, vêem e logo estão comprando. Mesmo que não seja muito útil, que faça diferença no seu dia-a-dia, mas só pelo simples fato de comprar um lançamento. Já pessoas de classe social mais baixa, que não têm uma renda satisfatória no final do mês, procuram as formas mais variadas e tentadoras de pagamento para ter algo novo, chegando ao ponto de não ter como pagar. É evidente que não são todos assim, mas de alguma forma a maioria fica pelo menos tentada, com vontade de possuir aquele produto que tanto passa na TV. Hoje basta abrir a um site da Internet que as propagandas estão lá. Um simples clique no mouse. Não se pode culpar só as pessoas por esse consumismo desnecessário, e sim as grandes fábricas do marketing, que expõem os produtos abusivamente nos meios de comunicação, não respeitando a população com suas campanhas.